terça-feira, 29 de setembro de 2009

A nova televisão

De frente para a tv, 90% dos brasileiros tem seu prazer diário. Antes, palha de aço nas antenas, ninguém podia se mexer para não provocar uma interferência. As vezes, fantasmas nada assustadores, mas aborrecedores, atrapalhavam o beijo dos protagonistas. Mas agora, como a promessa de um novo tempo, tudo mudou.

A janela para o mundo e a fonte de conhecimento e entretenimento barato está se transformando. Há transmissão e recepção de uma quantidade maior de conteúdo por uma mesma freqüência. Imagens tão nítidas que dá para ver os poros da mocinha. A revolução é a mudança do analógico para o digital. Acompanhando a rival internet, sua grande proposta é a interatividade. Não mais aquela caixa receptora, a TV está toda pomposa com suas inúmeras possibidades de acessibilidade, qualidade, otimização. Agora, ela consegue dialogar com vários padrões e sistemas. Só não consegue dialogar com seu antigo telespectador.

O brasileiro que assiste tv, tv aberta principalmente, não tem a vaga idéia do que acontecerá com o seu passatempo favorito. Sabe que irá ficar melhor, isso sim. Não entende nada de modulação, compressão digital, envio de dados, alta definição. O que importa saber é se o Silvio Santos continuará na tv. Isso, sim, é de perder o sono.

Jessica Rippel - TV digital

Justificativa Sur La Route

Sur La Route é um projeto que visa reunir artistas franceses e brasileiros, aliando as culturas em contemporaneidade e inovação. Portanto, construí minha narrativa com base nos elementos cotidianos de todos os alunos da disciplina (a faculdade) e a instalação de arte, o lugar “estrangeiro”. Procurei encontrar elementos artísticos no Iesb que se correlacionassem com as obras de arte, formando um diálogo. Foi muito interessante buscar na faculdade elementos artísticos. Com a visão mais apurada, pude perceber um sem-número de formas e de composições que passam despercebidos para os olhos acostumados. Tive que utilizar fotos de divulgação da exposição porque não foi permitido fotografar. As fotos estabelecem relações entre si e o texto tem relação direta com as imagens. Não foi difícil estabelecer uma conexão com as obras do espaço Ecco. A arte, contemporânea ou cotidiana, está presente em todos os lugares!


Texto do vídeo:

A arte é caminho

Contemporânea, cotidiana, do dia-a-dia, como a preferir chamar

A inspiração é produto da cabeça, do intelecto, da mente

Filha do corpo, da expressão, da forma

Arte confina, oferece direções, tece e costura sua imaginação

Mostra só um pouquinho, apresenta o inusitado e o invisível aos olhos acostumados

A arte é infinita, (im)possível,

Às vezes, difícil de entender

A visão do artista nos dá a direção em caminhos tortuosos e improváveis

É colméia que deixa subentendido e te faz pensar

É colméia que exibe e te pões em movimento

É labirinto de possibilidades, de formas, de palavras

Sobretudo, de sabedoria

A arte é concreta e é puro reflexo

Dos caminhos traiçoeiros, amplos e livres, proibidos e interditados

A arte apresenta falso moralismo, natureza morta, sempre tenta ocultar o que as coisas são

Realmente enigmática, ela te faz atravessar o muro da limitação

Ela é transgressão

É iluminação!


Jessica Rippel

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

TV, faça a sua

É fato que 90% dos brasileiros têm tv em casa. Ela também é considerada como a janela para o mundo. Isto porque possibilita a interação entre as culturas. É por meio dela que podemos viajar sem ao menos sair de casa.

A novidade é a TV digital. Isto mesmo, ela saiu dos meios tecnológicos diretamente para a casa do brasileiro que agora se debruça para entender e explorar esta ferramenta.

É uma pena que não sejamos todos a partilhar desta nova tecnologia, isto porque grande parte da população ainda não tem acesso. Além de caro, o produto existem em casas especializadas.

A TV digital tem características importante e determinante, ela tem várias caracteristicas de um computador. E isto facilita e muito nos primeiros contatos. Lá o usuário pode participar efetivamente da programação escolhendo o quer consumir e explorando os assuntos que lhe interessa. Não demora muito e poderemos enviar nosso material para fazer parte da programação.

Um grande avanço tecnológico, sem dúvida!

Ludimila Loureiro (6º semestre noturno)

Brincando de produzir TV

Interatividade, qualidade, praticidade, portabilidade, mobilidade, liberdade entre outras qualidades que podemos denominar a TV digital.Um monstro de tecnologia que muitos não fazem idéia do que ela nos proporcionará. Ela abrira portas e oportunidades para que a comunidade possa usufrui, daqui algum tempo, de qualidade de informação.
O curioso da nova TV é que ela deixaró você, telespectador, fazer a sua programação...

Millene de Mauro (6° Semestre Noturno)

Espaço ECO

Tem um ar fresco
é silencioso
Vejo várias formas e objetos fora do lugar.
A língua francesa chama a atenção.
Vejo objetos de recreação para criança
Brinquedos pedagógicos..
Lembro da minha infância, das brincadeiras com minha irmã.
Os joguinhos do jardim de infância.
Ah! E como em todo lugar não há segurança
uma cabeça grande a olhar.
Um colorido apagado.
Imagens fora de foco
apenas riscos.
Tapetes para deitar? Não..
Um mapa.
São quase 17h da tarde de um sábado
e eu vejo um colorido papel de parede.
Um tapete preto com a forma da metade de um coração
Eu vivo a sonhar
Parada eu consigo viajar na minha lembrança
de formas e cores escondidas no meu próprio eu
um interior renovado.
Millene de Mauro (6° Semestre Noturno)

Jornalista e a fonte

Fonte, na cabeça da maioria das pessoas é um “monumento” que fica, normalmente, em meio de uma praça, jorra água límpida e clara, mas para os jornalistas é algo indispensável, essencial e sem ela não há notícia. É ela que fornece todos os segredos, os dados ou informações que tal jornalista precisa para elaborar a sua matéria. Sim! Sem fonte não há jornal, não há noticia não há informações, nada pode ser publicado.

Dia após dia o mundo dos jornais torna-se dependentes de suas fontes. A cada dia elas fornecem pautas, propõem eventos e dominam a linguagem e o formato de nossos jornais. Já perdi às vezes em que me deparei com um jornalista empacado no final da tarde, sem ter ao menos metade de uma matéria pronta, preparado para passar a noite na redação, porque uma de suas fontes não deu resposta.

É isso o que acontece, o jornalista torna-se dependente de suas fontes, seja ela primaria ou secundaria. Conforme-se você estudante ou iniciante nessa profissão o que resta é rezar, agradecer pelas respostas e manter o respeito sobre elas.


Millene de Mauro (6° Semestre Noturno)

O Ginga e os quatro níveis da interatividade

Esclarecimentos sobre a interatividade e os meios

O ginga é um middleware criado no Brasil, ele permite muitos níveis de interatividade. Ele dialoga com outos sistemas (enteroatividade) e é a ponte entre o sistema operacional do receptor de TV e os aplicativos.

Unidirecional: Receptor, apenas envia dados (Ex: programação pronta que não inclui participação do telespectador.)

Segundo grau: Envia dados, compra produto, vota. (Ex: programação em que o telespectador pode opinar ou decidir os rumos do enredo ou de um programa)

Bidimencional: Permite baixar dados não provenientes das emissoras (Ex: navegação na WEB interligada com a programação)

Canal de retorno bidirecional: Permite o envio de dados em uma banda larga (upload). Neste caso, o receptor pode atuar como pequena emissora. Interatividade plena. Possibilita a chamada TV social de comunitária. Grupo de usuários podem trocar informações entre sí. (Ex: Além de opninar sobre a forma que o telespectador quer que o programa seja, ele ainda pode fazer parte dela enviando seu material)

Ludimila Loureiro (6º semestre noturno)

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Nada pessoal

As fontes jornalísticas são pessoas, entidades ou documentos que alimentam uma notícia dando dados, depoimentos ou declarações. Geralmente solicitam que suas identidades sejam mantidas em sigilo para se sentirem seguras.
Não é raro encontrar na história do Brasil relações conflitantes entre jornalista e fonte. Processos de violação dos direitos da fonte enchem os tribunais.
Mas não é só de exemplos ruins que constiuem esta relação. Sem fonte o jornalista não tem a mínima credibilidade e sem o jornalista a fonte perde um meio. Ambos formam uma bela equipe e quem sai ganhando com isto, sem dúvida, é o povo que acompanha os noticiários.

Não é segredo que a relação entre jornalista e fonte deve ser profissional. O mínimo que se exige de ambas as partes é respeito. Isto porque qualquer estreitamento da relação ou não profissionalismo comprometerá todo o trabalho que envolve a produção jornalística e a vida pessoal da fonte.


Ludimila Loureiro (6º semestre noturno)